Experiência acumulada
Após 10 anos de experiência em agências de publicidade (multinacionais e nacionais) tomou a iniciativa de co-fundar a agência «Um Ovo a Cavalo, Lda» (1999-2021) vocacionada para atendimento criativo de PME's.
A comunicação COMERCIAL foi a principal atividade da agência nos primeiros 10 anos, ou seja: servir os clientes com as melhores estratégias criativas para alcançarem o máximo de retorno financeiro.
Embora esta fosse a direção da agência, de vez em quando surgiam projetos de comunicação INSTITUCIONAL, ou seja: servir os clientes com as melhores estratégias criativas para envolver uma comunidade, promover uma visão, uma missão ou uma iniciativa.

Com a acumulação de projectos criativos institucionais na «Um Ovo a Cavalo, Lda.», desde marketing político, associativo, comunicação para os setores governamentais e não governamentais, académicos , entre outros, foi crescendo a «separação das águas» entre o comercial e o institucional.
O mindset da comunicação comercial tem alguma vantagem na construção de estratégias e soluções para as instituições (sobretudo na racionalização de meios) mas as MARCAS institucionais não conseguem ganhar relevância apenas com financiamento.
O estabelecimento de credibilidade, o reconhecimento de autoridade e a construção de lideranças, têm mecânicas particulares (e cadências de aceitação) que os criativos e os responsáveis pela comunicação têm de saber gerir.
O Carrilho Studio capitalizou este conhecimento adquirido e pretende especializar-se cada vez mais em ajudar as instituições a estarem próximas da sua comunidade, aproveitando todas as vantagens da transição digital.
Perfil do Atelier
A nossa operação é pequena. O negócio está pensado para não sermos obrigados a acrescer. Por vezes é necessário juntar parcerias para enfrentar um projeto mais ambicioso, mas porque somos pequenos temos a ambição da agilidade, de antever as inflexões do mercado (sobretudo o digital) e de nos reinventarmos através da formação contínua.
Transição Digital

Percebemos que, quer as empresas quer as instituições continuam a necessitar de comunicação. Mas «comunicar» não será mais o debitar de ofertas, de informação e de promessas.
Percebemos que a TRANSIÇÃO DIGITAL, ou seja: a «desmaterialização das coisas» para estarem disponíveis em todos os ecrãs do mundo, é o novo «Cabo da Boa Esperança» que Camões cantou e sobre o qual temos de saber navegar.
Para que tantas Marcas «vivam» no online, é necessário criar IDENTIDADES que se destaquem e que criem laços de interesse com as suas audiências.
Comunicar hoje, é encontrar uma NARRATIVA que sustente a Marca, que tenha uma ressonância positiva num grupo e que promova diálogo. Estabelecidas estas bases, tudo pode acontecer: sejam vendas, seja a adesão a ideias ou participação em iniciativas.

